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Schutz Day na Meia Sola

23 ago

Como disse no último post, parece que as lojas de Fortaleza elegeram a última quinta-feira como O DIA para seus coquetéis de lançamento. Por questões geográficas, de simpatia pela loja e pela presença das amigas, optei pela Meia Sola. Como a minha vida offline está uma loucura, com dois trabalhos e mais uma dissertação pra escrever, quando cheguei o local já estava lotado. Esperei um pouco pra poder conferir a coleção de perto.

A coleção da Schutz está bem diversificada, com modelos que podem agradar a mais perua das mulheres e outros pensados para as mais clássicas e discretas. Mas o mais interessante é que mesmo os mais básicos têm algum detalhe que moderniza o sapato — a cor, um recorte, o salto…

Meus olhos correram logo para as sapatilhas e peep toes de salto médio. São meus vício para o dia a dia (confortáveis, mas deixam o visual arrumadinho no trabalho) e têm uma pegadinha vintage das minhas décadas favoritas: 60’s e 40’s. E eles estavam lá, muitos em verniz em cores flúo (gosto de usar com bege ou cinza). Para a noite, muito saltão, mas muita meia pata também pra compensar as alturas vertiginosas. Dica: essa open boot nude e a meia pata clarinha são boas pra dar aquela alongada nas pernas das 1.60m como eu.

Meia pata, saltão, recortes e detalhes flúo

As brasileiras, que em geral amam plataformas — usando-as independente de estarem na moda ou não, podem ficar felizes, pois já vi em mais de uma marca. Na Schutz, aparecem muito com salto de corda. Mostrando prestar atenção no movimento das consumidoras, que reabilitaram as clogs (para meu desgosto), a base de madeira característica desse calçado se repete em sandálias altas e tamanquinhos.

Na pressa, esqueci a câmera, mas dá pra ver várias fotos aqui e aqui.

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Delay

7 jun

Já tem mais de seis meses que me apaixonei por esses dois modelos Valentino completamente fora da minha R($)ealidade. Então, como de praxe, eu esperei. E não posso acreditar que até agora nenhuma marca brasileira “se inspirou” neles… Que delay é esse?

E mudando completamente de assunto… ouvi uma música do Preliminaires, o novo do Iggy Pop: Les Fauilles Mortes, que foi sucesso com Yves Montand. O velho dog mostrando uma faceta Serge Gainsbourg. Cara, amey. Tentando baixar o resto do álbum pra ver se corresponde às expectativas.

Aos meus pés? Não, obrigada

17 nov

Não pôde comprar o sapatinho surrealista de Marc Jacobs? A Cristófoli tenta resolver isso pra você. Um ano depois, meio desajeitadamente, mas tá aí pra quem ainda quiser:

Cristofoli - Verão 2009

Ainda sobre sapatos… Sei que as gladiadoras estão longe de ser unanimidade, mas eu adotei. Um modelo condizente com a minha altura, mais básico e neutro. Tenho visto alguns modelos bonitos, o que certamente não é o caso disso:

gladiadora

Não lembro a marca. Salvei a imagem e ela ficou mofando no PC. Infelizmente, no mundo real, ela não ficou mofando na cabeça de quem a inventou… Pegando emprestado o preciso neologismo do Shoe-me: SAPATROCIDADE!

Algo que só não perde em feiúra para isso que vi no jornal hoje e que, a propósito, segue o mesmo princípio de expremer feito lingüiça e fatiar:

natalia

Não sei se fico mais chocada com o fato de alguém ganhar para fazer isso ou de alguém GASTAR para comprar. Desculpa aí, mas pra mim isso é roupa de expediente. Calçada Fashion Week

Arrasta

25 set

Lá pelos idos de 2002/2003 eu tive uma overdose de meia arrastão. E, juro, não ficava com jeitão de vagaba, não. Aliás, besteira isso. Preta, vermelha, cor da pele e usava todas no finado Ritz Café. Para desgosto da minha mãe e encarando olhares de reprovação quando encontrava vizinhos no elevador. Passou. O Ritz fechou suas portas, eu envelheci seis anos e as meias estouraram. De qualquer forma, não pude deixar de ver com curiosidade essa “bota” de uma marca sul-coreana desconhecida*, With Mocha:

Usaria a bege tranqüilamente, mas antes faria as unhas do pé, o que a modelo esqueceu ou não ligou.

* Se conhecida fosse, já teríamos visto algumas “inspirações” por aqui.