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Beatles today

17 nov

Hoje abriremos uma exceção à programação normal desse blog. Um post praticamente só de imagens. Justifico. Hoje e amanhã estarei louca finalizando alguns trabalhos, antes de viajar para O EVENTO. Além disso, peguei uma gripe que tem 24 horas pra se curar e me deixou com uma moleza do cão. Nem arrumar as malas eu arrumei, pra você ver.

Então, sejam legais comigo e aproveitem as imagens. Tudo de coisinhas atuais ou de um passado recente que você pode associar aos Beatles. Algumas mais óbvias, outras menos. Enjoy!

Óculos redondinhos Chilli Beans

Sobretudo e jaqueta Burberry


Jaquetinhas militares da Balmain. Lembra delas?

Calças flare, as famosas adotaram

 

Gravata slim, só o que se viu no Oscar

O estilo de Paul McCartney

13 nov

A trajetória de Paul McCartney em relação ao estilo foi um pouco confusa, tanto nas roupas quanto nos cabelos, com alguns momentos pouco inspirados e até decepcionantes, com vários looks do tipo “tiozinho”. Tenho que admitir, Sir usou mullets. Mas na virada dos anos 2000, ele parece ter encontrado um equilíbrio interessante. Básico, clássico, mas bem mais jovem do que 15 anos antes. Influência da filha Stella?

Vamos lá, recordar é viver (e às vezes se arrepender).

Quando os Beatles se separaram, em 1970, Paul continuou com praticamente o mesmo visual do último show, aquele clássico no telhado do prédio da Apple Records, em Londres: os cabelos ficaram um pouco mais curtos, mas a mesma barba e estilo de paletó, sem gravata. Depois, com os Wings, usou uns mullets, vagou pelo folk com coletes e mangas volumosas, pelo look de camisetas sobrepostas e por uma onda esporte de jaquetas de nylon. No fim da década, adotou um visual mais sóbrio, com cabelos curtos, camisa social e sobretudos.

No início dos anos 80, voltou às jaquetas de couro, calças jeans, camisas xadrez, num visual bem mais jovem. Não se sabe o que aconteceu que antes da década de 90, lá estava ele todo tiozão, de malhas de tricô, calças frouxas e coletes. Na turnê de 1993, que veio ao Brasil, ele vestiu camisa larga de botões e coletinho étnico e os mullets estavam maiores do que nunca. Quando o novo milênio chegou, vimos um novo Paul: paletós alinhados, ajustados, com camisetas básicas, tudo com ar mais jovial. Influência de Stella? Ou o fim do casamento que fez bem?

Enfim Paul parece ter se encontrado, mantendo esse estilo, com pequenas variações, no últimos 10 anos. Calça social reta ou jeans mais largo com camisa social e blazer. As gravatas às vezes são mais largas ou mais slim. Mas o que ele realmente não larga mais são os tênis, que vem usando em quase todas as ocasiões, exposições, avant-premières até fotos de divulgação e flagras de paparazzi. Tem predileção pelo All Star pretinho básico. Particularmente gosto muito desse visual usado na estréia do musical Love (Cirque de Soleil), em que ele foi fotografado com Ringo.

Este é o Paul no Brasil, no show de Porto Alegre

Biografia dos Beatles em HQ

11 nov

Aproveitando a passagem de Paul McCartney pelo país este mês, chega ao Brasil no dia 27 de novembro, pela editora Conrad, O Pequeno Livro dos Beatles, do desenhista francês Hervé Bourhis. A história em quadrinhos narra a biografia do Fab Four entre 1940 e 2009, compreendendo o período que vai desde a formação do grupo, passando pela dissolução dele e, ainda, retratando as carreiras solo dos integrantes.

Hervé não é nenhum estranho à mistura de quadrinhos e música: é autor de O Pequeno Livro do Rock, que conta a saga do gênero musical partindo de seus primórdios.

(mas esse Lennon do Rubber Soul tá meio mal encarado, não?)

 

Fonte: http://www.rollingstone.com.br

Quase toda banda tem um pouco de Beatles

10 nov

Os Beatles estrearam nas paradas em 1962, com Love Me Do, e a cultura jovem viu nascer um novo fenômeno, só comparável a Elvis Presley naquele momento: The Beatles. Inicialmente os quatro rapazes de Liverpool se tornaram uma febre com um iê-iê-iê dançante e descompromissado. Foi o maior sucesso da indústria fonográfica, um dos melhores exemplos de produto da cultura de massa e sociedade de consumo da época. Até borrachas escolares e jogos de mesa com a cara de John, Paul, George e Ringo eram vendidos. Os ternos e cabelos moptop eram copiados à exaustão.

Em 1967, gravaram aquele que foi considerado o álbum mais revolucionário da história do rock: Sgt. Peppers’ Lonely Hearts Club Band, que foi mais fundo no experimentalismo e psicodelia iniciado em Revolver (meu disco favorito deles, só pra constar mesmo). Embora pouco tocado nas rádios da época, é um dos discos definitivos do rock. Marca também uma saturação da banda com a frebre que eles causavam. Após as roupas paródias dos uniformes militares em cores berrantes, abraçaram as manifestações religiosas do oriente e um estilo de viver e de vestir hippie oposto à imagem anterior deles.

A banda, que foi entertainer e vanguardista, artigo de consumo e contestadora da sociedade, continua sendo lembranda incessantemente. Mais do que influenciar a moda da época, criou um estilo tão atemporal que reverebera até hoje.  Musicalmente isso é óbvio. E esteticamente? Em um ou outro momento, muitos se inspiraram no vestuário, nos acessórios e até nas posesinhas fotográficas dos Beatles.

Beatles

Franz Ferdinand

Killers

Oasis

Coldplay

A evolução do estilo dos Beatles

9 nov

É praticamente um consenso: os Beatles são a melhor banda de rock de todos os tempos. Alguns poucos gatos pingados discordam, eu sigo com a manada e defendo a supremacia de Paul, John, George e Ringo com unhas e dentes. #fandetected

Mesmo dissolvida em 1970, segue influenciando milhares de bandas mundo afora. Musicalmente e esteticamente. Até nas poses para as fotos, repara. Vejamos a evolução de estilo do Fab Four.

Em 1960, quando surgiram em Liverpool, o uniforme era o de todo bom roqueiro, jaquetas de couro. A gente nem chegou a conhecer essa fase direito e as fotos são raras:

Quando o grupo passou a ser empresariado por Brian Epstein, o cara achou que aquele visual era igual o de 500 outras bandas da época e botou ternos de alfaiataria nos Beatles. Tcharam! Eis o visual clássico, com o qual eles tocaram pela primeira vez nos Estados Unidos e ganharam o mundo:

Mais uma mudança no visual: o terno clássico passou de preto para cinza e o paletó perdeu colarinho e lapela, numa clara referência de seu alfaiate Douglas Millings ao collarless jacket de Pierre Cardin. As gravatas também ficaram mais finas.

Menos bom mocismo. As roupas já não formam mais conjuntos combinandinhos e os cabelos ficam maiores. Até as crianças adotam o corte a la Beatles. Meu irmão mesmo tem umas fotos assim, obra e graça de minha mãe, que nos passou o meme beatlemaníaco. Obrigada, mãe. =]

Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, Magical Mistery Tour, Yellow Submarine… Ainda mais experimentações musicais do que em Revolver. Os Beatles começaram a trabalhar com a animação em seus clipes, gravaram mais filmes. Tudo muito psicodélico, muitas cores. Uma viagem.

Daí eles foram pra Índia conhecer o Maharishi, fazer meditação transcendental e compor o clássico White Album. Voltaram encantados com toda a cultura do local e adotam batas, pantalonas e coletes artesanais, tudo bem colorido e estampado, um visual que eles mantiveram por um tempo após o fim da banda, principalmete George.

Fim da década de 60. A banda grava Abbey Road e Let it Be, faz aquele mini-show nos telhados da Apple e ACABA. Muita tristeza no mundo inteiro, mas cada um segue seu caminho, com mais ou menos sucesso. Enfim aquele visual anos 70, com cabelos compridos, barba, calças boca de sino, que nossos pais usaram. Ao menos o meu usou, mesmo sem gostar muito de Beatles.

O que a gente ainda vai ver nos próximos dias?

– Uma retrospectiva mais focada nele, Sir Paul McCartney.
– As musas do grupo.
– Bandas que bebem da fonte.
– Resgates de elementos dos Beatles na moda atual.
– Um close de MY PRECIOUS — o ingresso pra pista prime do Morumbi.

 


Temporada Paul McCartney

8 nov

Está oficialmente aberta a temporada PAUL MCCARTNEY nesse blog. Porque preciso aliviar essa ansiedade monstra que tomará conta do meu ser até o dia 22. Aguarde.

Música de brinquedo

23 jul

Lembra daquele pianinho com pouco mais de uma dúzia de teclas que você massacrava na infância? Nas mãos do pessoal do Pato Fu, deu pra fazer música em vez de barulho. Não só ele, mas o xilofone, a flauta, a escaleta…

Música de Brinquedo é o décimo álbum da banda, todo gravado com instrumentos de brinquedo e com a participação dos filhos dos músicos. Mas não se engane, aqui você não terá músicas infantis. É música “normal” filtrada por essa sonoridade, segundo a própria banda informa em seu site.

A capa é uma criação da designer Andrea Costa Gomes e vem em digipack, com detalhes em alto relevo branco. Bonitinho, né?

No repertório, versões de músicas já bem conhecidas de outros artistas, como Sonífera Ilha (Titãs), Ovelha Negra (Rita Lee) e Love me Tender (Elvis Presley). Twiggy Twiggy, da banda-“irmã” Pizzicato Five, também está no álbum.

Já há algum tempo, o Pato Fu postou duas amostras do novo trabalho: Primavera (Cassiano) e Live and Let Die (Paul McCartney).

O tipo de trabalho que nos faz querer comprar o CD em vez de simplesmente baixar as músicas.

[e aflora os instintos maternais mais adormecidos]