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Casa Moda Sebrae: imagens reunidas em livro

16 nov

Mark Greiner


Lindebergue Fernandes


Só uma amostrinha do livro-catálogo Casa Moda Sebrae, que será lançado hoje, para convidados, na Casa Cor Ceará. Acompanhada de um DVD, a publicação apresenta imagens que representam o trabalho de profissionais como Mark Greiner, Ruth Aragão e Cláudio Quinderé, entre outros que expuseram suas peças no espaço. Numa simbiose entre arquitetura, moda e design, o espaço Casa Moda Sebrae é uma criação da arquiteta Andréa Dellamonica. O livro foi coordenado por Ana Naddaf, Gustavo Almeida-Santos e Mark Greiner. As fotos são de Caio Ferreira.

Estilistas e designers participantes: Alysson Aragão, Ana Vilela, Anastácio Jr., Anderson Cleyton, Ayres Jr., Cândida Lopes, J. Cabral, Carlos Capucho, Catarina Mina (Joana de Paula e Celina Hissa), Cláudio Quinderé, Fabiana Maurício, Francisco Matias, Iury Costa, João Sobarr, Kalil Nepomuceno, Lindebergue Fernandes, Mar Del Castro (André e Rafa Castro), Marco D`Julio, Mark Greiner, Melca Janebro, Ruth Aragão, Sei Barros e Sérgio Gurgel.

Últimos dias para os editais do R Design CE

21 set

Os editais do R Design CE 2010 foram prorrogados, mas o novo prazo também está perto do fim: 25 de setembro, sábado agora. Você pode se inscrever nas Mostras de Vestuário ou Vídeo e também no SEPA (Seminário de Produção Acadêmica). Todas as informações e os formulários para participar estão no site do R Design CE.

O R Design é o Encontro Regional dos Estudantes de Design, evento intinerante que acontece uma vez por ano. Em 2010, o Ceará recebe os estudantes da regional Norte e Nordeste, entre os dias 8 e 12 de outubro, no Campous do Pici (UFC). Programação, valores para inscrição e demais informações no www.rdesignce.com.br.

50 vestidos que mudaram o mundo, segundo o Design Museum de Londres

20 set

Sei que o blog ficou abandonado nos últimos dias, mas foi por uma boa causa: estava em São Paulo, participando do Colóquio de Moda e fazendo algumas pesquisas. Aos poucos vou colocando aqui as minhas impressões das melhores palestras e GTs — teve muita coisa boa! Por causa do corre-corre que passei por lá, não deu tempo de preparar o “Bora prestar atenção?”, mas semana que vem ele está aqui.

Na sexta-feira conferi a feira de livros da PUC. Não é tão grande e famosa quanto a da USP, mas deu pra fazer um pequeno estrago. Comprei três livros mais “cabeçudos” e um que é puro encantamento, que foi o primeiro que li, ainda no avião, voltando pra Fortaleza: “Cinquenta Vestidos que Mudaram o Mundo”. É uma compilação feita pelo Design Museum de Londres de 50 vestidos icônicos do cinema, das passarelas, dos editoriais — e da vida! Em comum, o fato de que todos eles impactaram substancialmente o mundo do design, com reflexos econômicos, sociais e sexuais.

Na capa, o famoso pretinho básico Givenchy imortalizado por Audrey Hepburn em Bonequinha de Luxo. Dentro, o branco esvoaçante que Marilyn Monroe usou em O Pecado Mora ao Lado, o vintage Valentino com que Julia Roberts recebeu Oscar, o Modrian de Yves Saint Laurent, o vestido envelope criado por Diane Von Fürstenberg, o traje de noiva da princesa Diana, o curioso vestido topless e até um não-vestido, o terninho Chanel… Tudo em ordem cronológica, começando pelo vestido Delphos (1915) e terminando nos LEDs tecnológicos  de Chalayan (2007).

Como toda lista, a gente sempre sente falta de um ou outro vestido, que na nossa cabeça deveria estar ali. Eu, por exemplo, acrescentaria o vestido de noiva usado por Madonna em Like a Virgin e algum vestido usado por Michelle Obama. Só fico em dúvida entre o vestido preto e branco da White House/Black Market, que ela usou no programa da Oprah e que fez a americana comum acreditar que pode ser tão elegante quanto a primeira dama, e o branco Jason Wu, do baile da posse e que representava o novo e o multiculturalismo definido pelo casal presidencial.

>>> PS: Fazem parte da coleção ainda os livros sobre os 50 carros, 50 cadeiras e 50 sapatos que mudaram o mundo. Folheei o de sapatos e vi na lista as sandálias Melissa, os chinelos Havaianas e a plataforma que Salvatore Ferragamo criou para Carmem Miranda.

Serviço:
Cinquenta Vestidos que Mudaram o Mundo
Coleção 50
Autêntica Editora
R$ 34,00 (na feira, paguei R$ 27,00)

TOYandME a partir de amanhã na Ouvidor

7 set

Oi, você conhece o Munny?

Munny é esse boneco de vinil criado pela Kidrobot, uma das maiores fabricantes de toy art do mundo. Com 18 cm de altura no tamanho padrão, ele pode ser adquirido em preto e fosforescente, mas o mais comum é o branco. Todos podem ser customizados com lápis, canetas, tintas ou o que você imaginar.

Depois de conquistar fãs em Hong Kong e no Japão no final dos anos 90, a toy art se espalhou pela Europa e Estados Unidos, atraindo principalmente o pessoal ligado às artes plásticas, música e moda. Hoje é um fenômeno da arte pop contemporânea, com colecionadores espalhados pelo mundo. O Munny é um dos ícones desse movimento. Constantemente designers, ilustradores, grafiteiros e estilistas se apropriam do brinquedo para criar edições limitadas e cobiçadas com status de obra de arte. Caso da exposição TOYandME, que a gente pode conferir a partir de amanhã em Fortaleza, na Loja Ouvidor.

Foram convidados 10 artistas brasileiros de várias vertentes, como estilistas, designers de objetos e de jóias e artistas plásticos. Entre eles, os estilistas Jum Nakao, Ronaldo Fraga, Lino Villaventura e Glória Coelho. Outros nomes são os dos artistas plásticos Siegbert Franklin, Ize Araújo, Hélio Rola e Marco D Julio, o designer de jóias Claudio Quinderé e o designer gráfico Sérgio Hansen.

A mostra TOYandME é o primeiro capítulo de uma série de exposições e projetos chamada YOUandME, da Ouvidor, em parceria com vários artistas de distintas áreas. A cada edição do projeto, um artista será homenageado. Nessa primeira edição, o homenageado é Sérgio Rodrigues, reconhecido designer de móveis premiado no Brasil e no exterior e que assina alguns dos mais cobiçados móveis do mobiliário brasileiro dos anos 1960, entre eles a famosa Poltrona Mole.

O toy art em homenagem a Sérgio Rodrigues e o designer com sua mais célebre criação, a poltrona Mole

>>> As obras estarão à venda, com parte da renda revertida para o Instituto do Câncer do Ceará (ICC), que receberá ainda o valor integral da renda gerada pela venda de objetos referentes à TOYandME, como camisetas e ecobags. A exposição tem visitação gratuita e ficará em cartaz na Loja Ouvidor (av. Santos Dumont, 3621) até o dia 8 de outubro. A partir de 20 de outubro, a mostra irá para a Livraria Cultura (av. Dom Luiz, 1010), onde ficará até 20 de novembro.

Os Gêmeos em NYC

16 jul

A dupla de grafiteiros paulista “Os Gêmeos” que tem muros grafitados nos quatro cantos do planeta está em NYC com um objetivo: pintar o histórico mural da Houston Street. A pintura original, de 1982, era de ninguém mais ninguém menos do que Keith Haring. O convite foi feito a pedido da própria Haring Foundation. Ou seja, eles tão podendo mesmo.

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Fonte e Fotos: Martha Cooper

MoMA Feature: Destination Brazil

7 maio

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A lojinha do MoMA está com uma coleção por tempo limitado dedicada ao Brasil. As quase 80 peças são exclusivas, muitas delas feitas à mão com materiais naturais como madeira e fibra de coco. Objetos para casa, bolsas, jóias e acessórios em geral. Alguns com cores e formas que remetem ao calçadão de Copacabana e o Cristo Redentor, outros menos óbvios. Os designers escolhidos vão desde pioneiros do mobiliário nacional, Sérgio Rodrigues e Paulo Mendes da Rocha, a nomes ligados à moda, como Gilson Martins, famoso por suas bolsas, Oskar Metsavaht (leia-se Osklen) e Francesca Romana. A bolsa criada pelos irmãos Campana em parceria com a Melissa também está lá.

A série Destination: Design já homenageou anteriormente Finlândia, Dinamarca, Buenos Aires, Berlim, Japão e Seul.

moma2Não sei quanto a você, mas para mim lojinhas de museu têm um apelo irresistível. Elas ficam ali na saída e pegam o visitante ainda encantado e doido pra levar um pedaço daquilo tudo para casa. Eu adoro e me entrego, nem que seja um lápis e um bloquinho, que eu não dou conta de usar. Tão bonitinho, deixa aí. Ou um imã de geladeira, que nem uso, pois não tenho, por enquanto, my own fridge.

Se não há viagens marcadas para Nova York, é possível conferir o catálogo e comprar pelo site do MoMA, mas não tem tanta graça, né.