Arquivo para Maio 7th, 2008

Saia leve

Um dia a gente aprende a sair das saias justas. E não é nem fita, não. É de coração. E sem mentiras.

“Para ser sincera, ele não foi legal comigo. Mas isso definitivamente não significa que acontecerá o mesmo com você. Se você tá a fim, se joga e boa sorte”

Vale pra quando perguntam de ex-namorado, ex-chefe e até ex-cabeleireiro. E lembre-se: cabelo demora mais a crescer do que o coração a sarar.

* * *

Vi no blog da Flávia Durante e aderi:

Assine o abaixo-assinado.

Afasta de mim!

É difícil, mas é verdade. Nunca vi um red carpet, ainda mais de um evento de moda, mais constrangedor do que esse do Metropolitan Museum of Art. Ok, a festa temática de 2008 foi relacionada à cultura pop dos super-heróis (sério!), a força, as armaduras, mutações e tal, mas, mas, mas… só vendo com os próprios olhos!
Até agora não processei o modelo de Anna Wintour. Se isso é o futuro, quero morrer no século 19, ARCAICA. É a menção desonrosa da noite, junto à Victoria Beckham, que tá sempre com cara de cu (repare), mesmo ao lado daquele que é seu melhor acessório, que também responde por David.
Não sei o que é pior, se a falta de graça (Scarlett Johansson) ou a de noção (Anna, Anna, Anna).
Escaparam cheirando a perfume italiano Julia Roberts, de Armani Privé (e aparentemente depilada desta vez) e Gisele Bundchen (a gente fecha os olhos para o tiquinho de vulgaridade Versace) e também Eva Mendes, de azul minimalista Calvin Klein, por Francisco Costa (sem ufanismos). E a Iman, que não envelhece, absurdo!

A propósito, retornando à página do Herald Tribune, os oompa-loompas estão na moda, é isso? Armani se entregou à mesma máquina defeituosa de cor de cheetos, digo bronzeamento artificial, do Valentino?

Alta Fidelidade

Eu e meu complexo de Nick Hornby adoramos listinhas Top 5. Nada que se compare à lista de “25 homens que parecem velhas lésbicas” encontrados pela Lucy, porque isso é para profissional. A minha singela seleção da vez é a que a CNN fez por esses dias unindo duas das coisas mais deliciosas do planeta, música e cinema. Estão lá os dez melhores casamentos de música e cena. Ainda não consegui definir quais eu tiraria do ranking para humildemente colocar minhas sugestões:

fight-club-_the-end_

Where’s my mind (Pixies) na cena final de “Clube da Luta”
Just like honey (Jesus & Mary Chain) na seqüência final de “Encontros e Desencontros”
A town called malice (The Jam) e London Calling (Clash) em “Billy Elliot”
Os clássicos de Strauss em “2001 – Uma Odisséia no Espaço”
O tema de Nino Rota para “O Poderoso Chefão” em TODAS as cenas em que é executado


A autora

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